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Segue-se um breve excerto do contributo do GEOTA acima referido:A mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa (AML) apresenta, desde há muitos anos, características que precisam de ser alteradas com consequências ambientais negativas (emissões de gases com efeito de estufa, emissões poluentes, ruído, ocupação de espaço, etc.) e impacte direto na qualidade de vida dos cidadãos que perdem horas de vida em filas de trânsito.
O GEOTA dedica-se a esta temática há mais de 20 anos, tendo vindo a propor um conjunto de soluções [ver estudo
aqui]. Para além de um correto ordenamento do território, importa apostar decididamente no transporte coletivo e na mobilidade suave, como alternativas ao transporte individual.
(...)
O Metropolitano de Lisboa carece de intervenções de curto prazo, nomeadamente o reforço do material circulante, que permita aumentar a frequência e a capacidade de transporte, questão em que urge investir, sem descurar os novos projetos.
Finalmente, reforça-se a necessidade de um estudo alargado para toda a mobilidade na AML que permita uma visão na escala adequada e uma hierarquização de soluções e projetos, devendo para este estudo ser fomentada uma ampla participação pública de especialistas e, muito em especial, dos interessados, conduzindo assim a melhores soluções.
22 de agosto de 2018
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ÍNDICE do documento:
Introdução
Um bom projeto?
Linha circular – uma boa opção?
Os impactes ambientais do projeto
Conclusão